Mari viverá um novo tempo de fé com a primeira Romaria Diocesana dedicada a Nossa Senhora Aparecida

Mari (PB) – Há momentos na história de um povo em que o céu parece tocar a terra. E foi exatamente assim que muitos fiéis se sentiram quando, no Domingo da Páscoa de 2026, o padre Renato anunciou, em meio à celebração da Ressurreição do Senhor, uma notícia que já ecoa nos corações: Mari será palco da primeira Romaria da Diocese de Guarabira dedicada a Nossa Senhora Aparecida.
O anúncio, feito no dia em que celebramos a vitória da vida sobre a morte, não poderia ser mais simbólico. É como se, naquele altar, Deus estivesse plantando uma semente de esperança no coração do seu povo. Uma semente que agora começa a germinar em forma de caminhada, oração e devoção.
A partir do mês de maio, essa fé ganhará passos concretos. Todos os primeiros sábados de cada mês, às 5 horas da manhã, quando ainda é silêncio e o sol ensaia nascer, os fiéis se reunirão para as caminhadas marianas. Não serão apenas trajetos físicos, mas verdadeiros atos de entrega, onde cada passo carregará intenções, promessas, agradecimentos e súplicas.
Homens, mulheres, jovens, idosos… todos unidos por um mesmo amor: a Mãe Aparecida.
O destino dessas caminhadas será o local onde, em breve, se erguerá um espaço sagrado. Mas, antes mesmo de qualquer construção de pedra, já se constrói algo maior: um santuário vivo no coração do povo.
E então chegará o grande dia.
12 de outubro.
Dia de Nossa Senhora Aparecida.
Dia em que Mari deixará de ser apenas uma cidade para se tornar terra de romaria, de encontro e de graça.
Será um dia de lágrimas sinceras, de joelhos dobrados, de mãos erguidas ao céu. Um dia em que famílias inteiras caminharão juntas, em que promessas serão pagas, milagres testemunhados e a fé renovada. Um dia em que a Diocese de Guarabira olhará para Mari e reconhecerá ali um povo que acredita, que persevera e que ama profundamente a Mãe de Deus.
Mais do que um evento, esta romaria será um chamado espiritual. Um convite para voltar ao essencial: à oração, à confiança e à certeza de que, mesmo nas dificuldades, nunca caminhamos sozinhos.
Porque onde está Maria, ali também está seu Filho.
E agora, Mari caminha…
Caminha com fé, com esperança e com o coração voltado ao céu.

Redação Jornal Mariense Sim Senhor 

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